domingo, 21 de outubro de 2012

não percebi

já tinha este filme [broken flowers, 2005] cá em casa há uma data de tempo. hoje foi o dia. a ideia é engraçada, mas o filme em si extremamente aborrecido. em poucas palavras: o bill murray é um (ex-)don juan recentemente abandonado pela companheira que recebe uma carta de uma namorada de há vinte anos atrás a dizer que tem um filho que anda à procura dele e após bastante insistência do vizinho que tem a mania que é detective decide ir ter com as cinco possíveis mães para tentar descobrir alguma coisa. 

o filme em si não abunda em falas, consiste sobretudo numa sequência de imagens de viagens de avião e de carro, com fade-outs sucessivos entre capítulos (boring!). a própria postura do protagonista, que supostamente está em busca de grandes filosofias de vida, parece-me de quem tanto lhe faz peixe ou carne para jantar [mas isto se calhar sou eu que não sei apreciar obras-prima]. 

[ora cá está a (in)expressão que vemos durante TODO o filme.]

o pior de tudo é que a história não tem um final. o filme acaba assim de uma forma quanto a mim abrupta e depois as mentes como eu ficam a perguntar-se se aquilo é mesmo assim (sem significado) ou se serei demasiado burra para atingi-lo. sim eu sei que a moral da história é que não vale a pena pensar no passado ou no futuro, devemos é viver o presente mas fiquei sem perceber quem é a mãe e o filho (ou não há filho?).

2 comentários:

  1. Eu por acaso gostei imenso do filme, mas gostos não se discutem. Kiss.

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digam de vossa justiça...