a pessoa não consegue abrir a viatura com comando. a pessoa liga a solicitar ajuda.
eu: mas o carro tem fechadura?
a pessoa: fechadura? como assim menina?
eu (pausadamente): se... dá... para... abrir... com... chave?
a pessoa: sim menina, tem fechadura.
eu: e tem a chave consigo?
a pessoa: sim.
eu (quase em ponto de ebulição): e já tentou abrir o carro com a chave?
a pessoa: não, ainda não.
eu (já a rir-me mentalmente que nem perdida): ora tente lá.
....
a pessoa: menina, BOA IDEIA! já consegui abrir o carro.
quinta-feira, 7 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
viver em ditadura é
não teres a liberdade de escolher o teu próprio corte de cabelo. se vivesses na Coreia do Norte só estarias autorizado/a a escolher um dos vinte e oito cortes permitidos pelo governo. até dava para rir se não fosse verdade. uma realidade que felizmente é inimaginável para cada um de nós.
a realidade que esteve na origem da ficção.
amor é isto.
idoso mantém a esposa lúcida lendo-lhe o diário de setenta anos de casamento. Jack Potter, de 91 anos, visita Phyllis, de 93, todos os dias na casa de repouso onde está internada. Phyllis sofre de demência, por isso Jack mostra-lhe fotografias relembrando-a dos bons momentos que passaram juntos.
este casal inspirou o livro "o diário da nossa paixão", de nicholas sparks.
amor é tão só e simplesmente isto.
terça-feira, 5 de março de 2013
tendências.
uma pessoa não põe os pés num shopping desde o ano passado (e já vamos em março). uma pessoa corre as lojas todas a matar a ansiedade, a saborear cada artigo a ver se algo lhe enche a vista e as medidas. uma pessoa entra na primeira loja. muito fúschia, muito néon... uma pessoa vai a uma segunda e terceiras lojas. os artigos não diferem muito... depois de um tour pelos dois pisos do shopping uma pessoa chega à conclusão que a única coisa de jeito que viu foram uns pijamas na oysho. e uns conjuntos de roupa interior. e um casaquinho de malha mas nem pensar em gastar trinta aéurios nele. uma pessoa pensa que só pode estar a ficar velha...


o dito cujo.
no passado domingo
fui ao cinema. acontece raras vezes até porque na capital alentejana não há salas de exibição. adiante. peguei no carro no domingo de manhã e cento e setenta quilómetros depois passei em casa da mummy para apanhar o mano mais novo. uma tarde a dois, um programa que faço questão de manter uma vez por mês. disse-lhe logo que não queria filmes de pancadaria. ele sugeriu o impossível ou então, como alternativa, aguenta-te aos 40. ele sabe que entre um filme que me deixe melancólica e angustiada e um que me faça rir, prefiro o segundo.
o filme em questão está referenciado como sendo adequado a maiores de doze anos. o meu irmão tem treze, quase catorze. pois que não concordo nada e fiquei chocada quando vi que estavam crianças mais novas na sala. quem já viu sabe que o filme tem algumas cenas de nudez (ainda que não totalmente explícita) e bastante falas onde são utilizados palavrões de forma excessiva. o tipo de coisas que eu não queria que o meu mano presenciasse.
deu para rir, sim. mas fiquei decepcionada com o filme em particular, e com as pessoas do igac que o classificaram no geral.
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