uma manhã inteira no shopping e a única coisa que trouxe comigo foi um relógio de doze euritos. obrigada caríssimos designers e estilistas das colecções outono inverno por terem tão mau gosto que nem dá vontade de olhar para nada (e muito menos comprar).
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
16. ambrósio, apetecia-me algo...
quando for grande quero ter um jardim assim. ontem foi dia de visitar a amiga e o sobrinho de coração. de almoçar uma bela de uma massa (ela cozinha mais que bem) com vista para este magnífico quintal. foi tempo de matar saudades, pôr a conversa mais ou menos em dia (há sempre coisas que ficam por dizer) e brincar com o pequeno que está, mês após mês, cada vez mais graúdo.
e à tarde rumámos ao outlet mais próximo e pasmem-se as fashionistas mas esta que vos escreve não comprou nada para uso próprio. sim, agora que há sobrinhos encontram-se mais facilmente roupas cutxi-cutxi para eles do que para nós. e por uns meros catorze euritos fiz duas crianças felizes. ora atentem lá na minha proeza:

as leggins para a minha sobrinha de três anos que tanto adora a minnie-minnie; e o conjunto para o sobrinho que está quase quase a completar um aninho. eu sou uma tia assumidamente babada.
pois que cabelo arrumado
dirigi-me ao consultório da dentista e quem é a doutora que me atende, quem? nada mais nada menos do que a miúda com a qual costumávamos gozar (brincadeirinha!) e que fazia parte, juntamente com outras duas colegas do grupo, das excluídas. as crianças são cruéis, é bem verdade. e ela podia ter-se aproveitado da situação para se vingar ajustar as contas, mas não. parece que não se recorda (qual bullying, qual quê) e não há recalcamentos visíveis das afrontas passadas. ufa!
hoje é dia....
de aproveitar os preços bem mais acessíveis dos ditos salões de beleza cá do norte (na metrópole alentejana paga-se no mínimo o dobro) e tentar fazer um pequeno milagre nesta minha aparência de quem já não apanha raios solares na cara há pra aí uns cem anos. e se por um lado tenho sempre aquela vontade de inovar por outro lado sei que não vou correr o risco e vou optar pelo habitual. nos entretantos terei bastante tempo para me inteirar das cusquices do jet set nacional e quiçá internacional.
eu até nem me importo
de ter o barulho som das aeronaves como banda sonora quando estou em casa. e até nem entro em pânico quando as vejo sobrevoar lá o bairro. mas depois acontece isto. e uma pessoa fica a pensar que desta feita foi no descampado mas aqui há um par de anos foi no meio das casas. começo a dar razão ao homem lá de casa: qualquer dia está uma pessoa descansadinha a tomar o pequeno-almoço ou sossegadinha no sofá a ver televisão e leva com uma aeronave no telhado ou com um pára-quedista no quintal.
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