domingo, 8 de abril de 2012

#7

parou o carro na berma da estrada porque estava indisposto.
saiu para apanhar ar.
na volta, colheu um malmequer.

...


também te amo.

operação Páscoa.

por cá, começou já ontem. e em que consiste essa operação, doroteia? ora, se os senhores da gnr por estes dias andam a patrulhar as nossas estradas, aqui esta vossa amiga anda por outros trilhos. gastronómicos, pois claro, naquilo a que gosto de chamar operação enfardar. pois que nesta época, tal como no natal (e no baptizado da semana passada, agora me lembro) não podemos andar cá em dietas. sempre ouvi dizer que há dois dias no ano em que nos é possível assumir um comportamento mais animalesco que nos permita ser civilizados (e regrados) nos restantes trezentos e sessenta e três dias. de modo que vou ali continuar a atacar o pão-de-ló de margaride, o queijo da serra, o bolo de arroz, as amêndoas e outros pitéus e volto depois... em versão mamute.

e a todos vocês os meus votos de uma Páscoa extremamente doce.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

hoje foi dia

de irmos à casa da tia dele que vive no canadá onde estão guardados os nossos pertences. a modos que temos uma cama branca, um colchão, um sofá, uma estante e uma televisão para despachar. (sugestões?). passo a explicar: a casa alentejana está completamente equipada e as mobílias não se querem empacotadas por tempo indeterminado sujeitas a humidades e coisas do género. espera-me uma tarde que passará por seleccionar o que vale a pena guardar daquilo que não fará mesmo falta. embora o namorido ache que copos e pratos nunca são demais eu cá não quero tralha e há coisas que definitivamente estão em excesso. ah, um dia talvez venha a fazer falta... o quê, cacos? é que nem pensar. 

é deveras impressionante a tralha que se consegue juntar em ano e meio de vida a dois. de realçar que a maior parte das coisas são oferta de pessoas que têm também a casa cheia de cacos e que tentam despachá-los porque vi que ainda não tens disto e a mim não me faz falta e a ti dá-te jeito e assim não tens de gastar dinheiro e coisa e tal. e como é que uma pessoa diz não à família?

quarta-feira, 4 de abril de 2012

ele quer adoptar

um cão, mas não qualquer um: quer um labrador. de raça, que ele não quer cá coisas traçadas, diz-me. eu não digo que não. afinal ele está lá sozinho. a família dele diz que nem pensar. o último que lhe ofereceram leva já dezasseis anos e são os pais que cuidam do animal. eu cá acho que seria bom para ele. lá não há a quem passar a tarefa e isso obrigá-lo-ia a assumir essa responsabilidade. e a ganhar estaleca para outras que mais cedo ou mais tarde virão. afinal cuidar de outra vida é um bom treino, não? 

por onde andas tu, doroteia?

pois bem... de manhã bem cedo é verem-nos a caminhar à beira-mar entre a póvoa e o castelo da vila. são cerca de duas horas. (é desta que entro na linha). e por falar em linha, ontem o maridão resolveu oferecer-me uns patins em linha. faz anos que não praticava mas ontem consegui aguentar-me durante meia hora (o percurso é o mesmo da manhã) sem um único trambolhão. é de louvar.

a propósito desta recente aquisição não achei os preços da decathlon nada em conta. para os interessados fica a dica: até dia dezoito deste mês, na sportzone estes artigos têm vinte por cento de desconto em cartão. o tio (bel)miro nunca me falha.