ainda não é amanhã, bem sei. mas hoje mesmo já sinto saudades. sei de cor o que aí vem. a ansiedade, as insónias, as horas malditas que tardam em passar. um dia, outro dia. sempre o mesmo, a meu ver. é engraçado como sinto, agora que tenho de ir, que ainda há pouco cheguei. o tempo voa quando somos felizes. um dia de cada vez, dir-me-ão uns. há que ter calma que tudo se resolve, afirmam outros. e eu cá ando, de norte a sul, de sul a norte. o meu rumo és tu. e é por isso que quando não te tenho (e quando sei que não te vou ter) me perco. um dia hei-de regressar a ti de vez. sem dia marcado para voltar. um dia hei-de chegar para ficar. contigo. até lá, sabemos o que nos espera. encontro marcado para daqui a quinze dias. duas semanas, uma eternidade.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
#2
"Se vivesses até aos cem, eu quereria viver cem anos menos um dia para que nunca tivesse de viver sem ti."
A. A. Milne
ainda o futebol.
e vai daí, talvez não. é somente a minha pessoa que pensa que aquele anúncio parvo da media markt teve o seu q.b. de inspiração no treinador do clube da luz?
justiça divina.
é que não encontro outra explicação para o paulo bento (aka ex-risca ao meio) ser seleccionador deste país. passo a explicar: a gente gozou tanto, mas tanto com o senhor que agora o nosso castigo é este. ai, triste sina!
o que mais me agrada
num qualquer restaurante (?) da cadeia daquele senhor americano MacDonald é o facto de encontrarmos lá toda a gente. a criancinha feliz com o seu hapi mil, os pais, os tios, os primos, o grupo de amigos, a avozinha, os casais, o rico e o pobre... enfim. toda uma panóplia de personagens diferentes, reunidas à mesa em torno de um denominador comum: o hambúrguer-bomba (sim porque a mim não me convencem os que se dirigem a estes locais de culto em busca de uma salada). é neste factor agregacional que reside grande parte do sucesso da marca. nisso e na fidelização das criancinhas, consumidores de amanhã.
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