terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

da burocracia.

há uns anos atrás uma das cadeiras que frequentava na faculdade era a de jornalismo. vai daí e a docente incumbe-nos de realizar uma reportagem por escrito, on the field. esta tresloucada resolve adoptar o tema do abuso da autoridade policial e mete-se num bairro social ali na inbicta. foi lá que ouvi o seguinte depoimento de um morador:

- era eu a levar murros na cara e o polícia a pedir-me o número do bilhete de identidade.

nunca uma frase foi tão elucidativa das burocracias deste país.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

querido santander,

as pessoas não são obrigadas a ter um número de telefone fixo por isso agradecia que retirasses o * obrigatório desse campo. ah, e outra coisinha... o cartão de cidadão não tem data nem local de emissão. se não fosse pedir muito, bem que também podias retirar esses dois campos do formulário de candidatura. 

eternamente grata, doroteia.

onde é que já vi este filme?

sou só eu

que quando entro numa kiddy's class me arrependo dos meus cento e setenta centímetros de altura (que não me permitem vestir o tamanho correspondente aos catorze anos) e me ponho a pensar porque raio a colecção de adulto da zara não é a mesma, uma vez que consegue ser biliões de vezes mais interessante? ora bolas!

4. a dona de casa que habita em mim

depois da tarde de maçã (neste post aqui), aventurei-me na compota. é que nesta casa as maçãs parecem ter o incrível dom da multiplicação. e ainda não é desta que esgoto o stock portanto aguardo as vossas deliciosas sugestões.